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Ricardo

Você conhece o Adobe Color CC?

Por | Novidades

Quem trabalha com fotografia, seja para encadernação ou para revelação, sabe que às vezes criar um tema de cor não é tarefa das mais simples. A partir disso, desenvolvedores elaboraram inúmeros aplicativos que fazem este trabalho automaticamente, permitindo que você encontre tonalidades semelhantes às que são utilizadas em suas fotos.

Uma das melhores opções disponíveis hoje para essa atividade é o Adobe Color CC. Com versões para web e para iOS, o aplicativo gera em alguns instantes um tema completo para você usar naquilo que está desenvolvendo, trabalhando de um jeito quase automático para facilitar seu dia a dia.

Como o app faz parte do pacote Adobe, você pode fazer suas criações em qualquer lugar a partir do tablet ou smartphone, e salvá-las na sua conta do Creative Cloud. Depois, a informação fica disponível a partir do PC para ser usada no Photoshop e Illustrator. Além disso, seu projeto pode ser acessado facilmente a partir das novas aplicações móveis da Adobe, como o Photoshop Sketch e o Illustrator Draw.

O app para pc é muito fácil de mexer, importe uma foto, e o sistema irá te dar uma paleta de cores para você usar em seus projetos, e o melhor é inteiramente grátis.

confira em https://color.adobe.com

Distância Focal

Por | Novidades | Sem comentários

Enfim, o último post da série. Eu não sei se devia ter falado de distância focal antes, mas de qualquer forma, agora não tem mais volta, né? Ainda vou ver se tem mais alguma coisa básica para ser explicada. Se sim, eu monto um post novo ou atualizo outro que tenha relação, ok?

Vamo lá. A distância focal de uma lente é uma variável medida em mm (milímetros) tão importante quando a abertura de seu diafragma; ela basicamente define o quanto a câmera vai conseguir capturar de uma cena. Quanto menor o valor da distância focal, mais detalhes vão ser capturados no resultado final, e assim o contrário. Aí a gente esbarra um pouco com os tipos de lentes existentes.

Uma lente básica e considerada “normal” é a 50mm, porque é a que mais se aproxima do ângulo de visão humano, logo, ela acaba sendo ótima para retratos, fotos de pessoas em geral, animais de estimação, objetos.

A lente grande-angular é a que tem um ângulo de visão maior do que o do olho humano, “pega” mais informações nas laterais e por isso acaba sendo perfeita para fotos de paisagens, arquitetura, etc. O problema desse tipo de lente é que ela distorce um pouco a cena, então evite fazer retratos com ela se não quiser um nariz e testa maiores do que o normal. É intenção? Manda ver!

Vale lembrar que nem toda grande-angular distorce tanto as imagens, a 35mm é um exemplo. Pra compensar, tem aquelas que distorcem e muito, como a famosa fisheye, considerada até uma super-angular por conta das capturas em 180º. Lentes 17 e 24mm são bons exemplos de grandes-angulares “normais”.

Agora as tele-objetivas, são as que têm ângulo de visão menor que o do olho humano, elas aproximam mais as cenas conseguindo capturar detalhes mais isolados. São ótimas para fotografar animais selvagens e até mesmo pessoas, quando precisam ficar muito distantes. Exemplos: lentes 70, 105, ou 200mm.

Quer entender tudo de uma vez por todas? Olha essa simulação:

Existem muitos modelos de lentes que vão de Xmm a Ymm, ou seja, não são fixas, não possuem apenas uma distância focal disponível; elas são as lentes do tipo zoom. Apesar de caras, são sempre muito versáteis para quem não quer ficar trocando de lente o tempo todo, principalmente quando você precisa pegar aquele momento ali, na correria.

Entenderam como funciona? Entenderam como tudo na série funciona? Gostaram dos posts?Pois é, eles não terminam por aqui. Breve teremos mais.

Balanço de Branco

Por | Novidades | Sem comentários

Nossa série já mostrou como expor corretamente uma fotografia manipulando os três principais pilares da exposição: abertura do diafragma, velocidade do obturador e ISO. Mas e quando a luz está ok, mas as cores não têm nada a ver com a realidade?

A cor da luz é na maioria das vezes chamada de temperatura; ela muda principalmente de acordo com o ambiente e com a fonte da iluminação, indo dos tons mais alaranjados e amarelados até os azulados. Quer ver um exemplo? Há mais de uma década, a maioria das casas usava lâmpadas de tungstênio (aquelas antigas). Lembra como você achou as novas lâmpadas fluorescentes super azuis, mas depois se acostumou? Pois é, nosso olho é bem mais inteligente que a câmera; ele se adapta rapidamente ao ambiente e enxerga as cores corretas: branco é branco, preto é preto, azul é azul, e assim por diante.

No menu da câmera, você encontra a função Balanço de branco (White balance em inglês), com algumas opções padrão que ajudam a deixar as cores o mais reais possíveis. São elas: luz de tungstênio, luz fria, ensolarado, nublado, sombra, etc, onde você escolhe a que mais se encaixa na iluminação de onde você está. É claro que também existe o modo automático, mas ele quase sempre precisa abrir mão de uma boa captura de cores para dar conta do balanço de branco, então evite usá-lo.

E quando a foto com cores “erradas” vira intenção? Para isso, basta configurar o balanço de branco também de forma “errada”. Por exemplo: para uma foto do pôr-do-sol, você pode escolher o modo luz fria ou nublado. Ele vai dizer para a câmera que a luz do ambiente está muito azulada, que precisa de mais amarelo e laranja nisso aí. Logo, o resultado vai ser um pôr-do-sol com muito mais cor e vida.

Falta apenas um post para o fim da série e o tema será “Distância focal”.

Abertura do Diafragma

Por | Novidades

Na imagem aí em cima você consegue entender melhor essa coisa dos valores e também ver como são essas lâminas que compõem o diafragma na lente.

Depois de ter uma ideia do que se trata a série “Fotografia do começo” e de entender que a fotografia só acontece porque existe luz no post sobre exposição, hoje eu vou falar um pouco sobre a abertura do diafragma e o quanto ela interfere nas fotos. Antes de mais nada você precisa entender o que é esse tal de diafragma. Bom, o diafragma fica localizado na lente e é uma espécie de “olho” formado por inúmeras lâminas que criam um diâmetro de determinado tamanho que controla a entrada de luz no momento do clique. Obviamente, quanto mais aberto do diafragma (maior o diâmetro), mais luz entrará no mecanismo da câmera e vice-versa. A abertura do diafragma é medida por um valor “f/x”, onde x é o número correspondente à abertura.Atenção: quanto maior esse número, mais fechado o diafragma está. Quanto menor esse número, mais aberto o diafragma está. Esse método confunde muitas pessoas, então na dúvida, imagine que o diafragma seja o muro de uma casa. Quanto maior o muro, menos ladrões vão entrar. Quanto menor o muro, mais ladrões vão entrar. No caso, os ladrões representam a luz.   Pronto, agora vocês entendem o primeiro fator decisivo para a boa exposição de uma foto. Os outros dois lados do triângulo são a velocidade do obturador e o ISO, assuntos para os próximos posts.

Exposição

Por | Novidades

Antes de qualquer coisa, para aprender os conceitos básicos e começar a fotografar cada vez melhor, você precisa saber uma coisa: a fotografia só acontece porque existe luz. É ela que sensibiliza o sensor da câmera, é ela que cria texturas, formas, é ela que permite que a câmera literalmente veja o assunto a ser registrado em forma de imagem.

Todos os mecanismos de sensores, espelhos, motores e peças que compõem uma câmera, ficam a maior parte do tempo escondidos, mas eles precisam ficar expostos por um tempo para que a luz entre de fato na máquina, e as fotos sejam feitas. A essa entrada de luz, chamamos de exposição.

Se a gente parar e pensar um pouquinho, é fácil e lógico descobrir que: quando a luz entra mais do que o necessário na câmera, a foto fica muito clara, fica superexposta (processo de superexposição). Da mesma forma, quando a luz entra de menos, a foto fica escura, fica subexposta (subexposição).

 

O fotômetro é um sensor que mede as condições de luz da cena para onde você está apontando;ele está presente em 99% das câmeras, mas como eu disse no post de introdução, essa série é destinada a quem tem uma câmera que possibilita total controle manual de todas as opções e funções. No caso, pouquíssimas compactas, algumas superzooms e as DSLRs. Quando esse controle é possível, a câmera dispõe de uma “régua” que controla o fotômetro. Quando a câmera é quase toda automática, o fotômetro existe, mas faz o trabalho sozinho.

Se sua câmera se encaixa no grupo das mais manuais, você provavelmente vai identificar – no LCD ou olhando pelo viewfinder na hora de fotografar no modo manual – uma ferramenta com esse formato de régua da imagem abaixo que mostra as informações do fotômetro sobre a luz. O indicador no meio significa que você já pode clicar, vai dar tudo certo. O indicador para a esquerda significa subexposição. Para a direita, superexposição.

Essas são as duas réguas que mais aparecem nos fotômetros. A maior diferença entre elas é que os sinais de + e – ficam de lados diferentes, mas isso não interfere: indicador para a esquerda = subexposição; indicador para a direita: superexposição.

Para ajustar o fotômetro, ou seja, definir corretamente a quantidade de luz que deve entrar através da lente, você precisa alterar as configurações de uma, duas, ou das três principais variáveis que controlam a luz: a abertura do diafragma, a velocidade do obturador e o ISO.

Que monte de nomes é esse? É de comer? O que eles fazem? Isso é assunto para o próximo post, minha gente! Vai ao ar num horário diferente, em outro dia, mas nesse mesmo blog.

P.S.: As câmeras também possuem uma opção chamada “Compensação de exposição”, conhecida pela sigla EV, e que tem uma régua parecida com a do fotômetro em si. Com ela você pode definir a exposição artificialmente, o que pode ser extremamente útil caso você siga um estilo com fotos bem escuras ou bem claras.

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